A História do Brasil, por Boris Fausto – Documentário Brasileiro

Vídeo Aulas de História do Brasil para o ENEM

  • Brasil Colônia
  • Período Imperial Brasileiro
  • República Velha
  • Era Vargas, o Presidente “Pai dos Pobres”
  • Período Democrático
  • A Ditadura do Regime Militar Brasileiro
  • Redemocratização

Período Colonial Brasileiro

O período colonial brasileiro, quando a nação era chamada de Brasil colônia, vai de de 1530 a 1822. Esta era iniciou-se quando Portugal enviou as primeiras caravelas para explorar, as terras recém descobertas, ao sul do oceano atlântico. Esta expedição colonizadora, possuía Martin Afonso de Souza como chefe de operação, o qual fundou, em 1532, a primeira “cidade” brasileira, nomeada Vila de São Vicente, no litoral do que hoje é o estado de São Paulo.

Período Imperial Brasileiro

Já o Brasil Imperial, entende-se como o período da história brasileira que vai de 7 de setembro de 1822 (proclamação da Independência do Brasil) a 15 de novembro de 1889 (Data da Proclamação da República). Nesta época, o país foi governado por dois reis: Dom Pedro I, descentente direto de D. João VI e Dom Pedro II, o neto.

Período Regencial Brasileiro

O Período regencial brasileiro vai de 1831 a 1840, iniciou-se na renúncia de D. Pedro I e termina com a “Declaração da Maioridade” de D. Pedro II, seu filho, foi proclamada.

Quando Dom Pedro I renunciou, seu filho, d. Pedro II, estava com apenas 5 anos e 4 meses, o que o impossibilitaria de assumir o governo brasileiro que, pela lei, deveria ser liderado por uma regência que seria integrada por três representantes. Nestes dez anos, sucederam-se 4 regências:

  • A Provisória Trina
  • a Permanente Trina
  • a Una do Padre Feijó
  • a Una de Araújo Lima

História da República Velha

A República Velha, ou Primeira República, vai de 1889 a 1930, quando o então presidente Getúlio Vargas, auto nominado “pai do pobres”, por meio de um Golpe de Estado, toma o poder e começa um novo período político, hoje estudado como Era Vargas.

Divisão da República Velha: República da Espada e República Oligárquica

República da Espada
  • o 1º período, nomeado República da Espada, foi liderado por classes do Exército, respaldadas pelos republicanos;
  • vai da Proclamação da República Brasileira, em quinze de Novembro de 1889, até a posse do 1º presidente civil, Prudente de Moraes;
  • foi, também, uma época de centralização do poder, especialmente por medo do retorno da Monarquia e, também, para evitar uma provável separação do país, que fervilhava revoltas.
A República Oligárquica: 2º período da república velha
  • vai de 1894 até a Revolução Tenentista que colocou Vargas no poder, em 1930.
  • deu mais poder às elites regionais, principalmente as do sudeste e sul do país.
  • as oligarquias que dominavam o cenário político da época eram, principalmente, os republicanos de Minas Gerais e São Paulo, que se revezavam como presidentes do Brasil.
  • esse predomínio do poder paulistano e mineiro ficou conhecido como política do café com leite, referência ao poder econômico que cada estado representava até então; SP, produtor caffeiro e MG, leiteiro.

A Era Vargas na História do Brasil

  • a Revolução Tenentista, de 1930, iniciou o período conhecido como Era Vargas e findou a República Velha (depondo o então presidente, Washington Luís)
  • a constituição de 1891 foi revogada, com o objetivo de estabelecer de uma nova ordem, período hoje estudado como ditadura varguista, em que houve a dissolução do Congresso Nacional
  • Vargas interviu mais diretamente em governos estaduais e alterou o cenário político da época, suprimindo a hegemonia de São Paulo e Minas Gerais)

Período Democrático Brasileiro

A Ditadura Varguista termina em 1945, com sua palavra de que voltaria, todavia poder meios democráticos através das eleições diretas para a presidência da república. Por esse motivo, os anos de 1945 a 1964 são conhecidos como Período Democrático Brasileiro ou Populista, pois a política desta época basiava-se no apelo direto à participação de grande parte da população urbana, contudo sob o controle do Estado, além de uma intensa propaganda nacionalista e promoção da industrialização liderada pela atuação do Governo.

Ditadura Militar Brasileira

Ditadura militar no Brasil, também chamada, por muitos defensores desse período, de Quinta República Brasileira foi o governo iniciado em 1 de abril, irônicamente o dia da mentira, de 1964 e que permaneceu no poder até 15 de março de 1985, sob a liderança de variados militares.

  • tinha caráter autoritário e nacionalista
  • iníciou-se com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito
  • a ditadura militar findou quando José Sarney assumiu a presidência, o que deu início à época conhecida como Nova República (ou Sexta República)

Redemocratização Brasileira: período pós ditadura militar

Em quinze de janeiro de 1985, o governador de MG, Tancredo Neves, foi eleito, por meio de votos diretos, Presidente do Brasil, tendo José Sarney como seu vice.

Tancredo, contudo, foi internado em um hospital de Brasília, exatamente, no dia anterior à cerimônia de posse. Teve de passar por várias cirurgias, mas seu estado de saúde só se fez agravar. Em decorrência das complicações, Tancredo morreu no dia 21 de abril de 1985, em São Paulo.

José Sarney, até então vice de Tancredo, viu-se, subitamente, presidente no dia 15 de março, findando os 21 anos de ditadura militar no Brasil. Entretanto, é consenso dizer que a redemocratização só se completou com a promulgação da nova Constituição de 88.

Como a ditadura militar acabou

  • O governo ditatorial de Ernesto Geisel, entre 1974 e 1979, enfraqueceu o regime militar em função da crise econômica vigente e das dificuldades do regime militar, que se agravam.
  • A alta do preço do barril de petróleo e das taxas de juros internacionais desequilibrou a balança comercial brasileira e elevou, estrondosamente, a inflação, o que comprometeu o modelo vigente crescimento econômico, baseado em financiamentos externos.
  • Apesar do encarecimento dos empréstimos e do crescimento acelerado da dívida externa, o governo militar não interrompe o ciclo de expansão econômica do começo dos anos 70 e mantém os programas oficiais, o que torna desenvolvimento industrial, nos moldes anteriores, insustentável
  • Em 1984, o Brasil se entusiasmou em torno da campanha pelas “Diretas Já”, o que culminaria no fim do regime militar

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